Ela já
andava na rua esperando o momento. Com todo o movimento do dia uma leveza já acontecia. Com ela estava a ansiedade de chegar em casa contando
cada passo a menos que dava.
Não que
o dia fosse um terrível terremoto, mas juntando o ócio ao agradável ela desejava
muito que os próximos minutos fossem aquele ponto de espaço dentro de si, um
silêncio e uma calmaria apreciáveis notados nos vídeos do ponto de vista de
quem vê a Terra azul.
Perto
da porta já estava com a chave na mão, abriu, entrou e já sentiu o frescor do
que iniciava naquele momento após o movimento do dia. Tirava os sapatos.
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