30 de junho de 2010
Eram folhas douradas lançadas aos redemoinhos e todas diziam, venha com sua alma e esconda-se no ar. Sue os cabelos, sue o corpo inteiro e não pare de pular.
Eram folhas soltas espalhadas, prenda seus pensamentos fora de si, escute a música e deixe seu sistema nervoso sobre as ondas sonoras.
Eram folhas secas correndo no nada, que seu suor seja nosso orvalho.
Eram folhas órfãs procurando um pedaço de abrigo, um lado sensível do ser.
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